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Há
que reconhecer que o Alentejo é uma das regiões
com maior tradição cultural e típica.
Chorem quem nunca provou a doçaria conventual do Alentejo,
quem não conhece os enchidos e queijaria Alentejana,
já para não falar nos vinhos...E a paisagem
ou o clima, tão próprios.
O
cante Alentejano, está perfeitamente enquadrado no
Alentejo e na cidade de Évora.
O cante, tão tipicamente ligado à vida rural
do Alentejo, tem já raízes profundas na nossa
Universidade.
Fazia-se
sentir frequentemente na Universidade de Évora a falta
de comunicação e contacto mais íntimo
com a cultura que nos rodeia a nós estudantes. Uma
das provas disso era a falta de contacto que existia entre
a população Universitária e o Cancioneiro
Alentejano que tem de tão belo como tradicional.
É
então que em 1994, por incentivo do Magnifico Reitor
da Universidade de Évora, professor Dr. Jorge Araújo,
nasce o coral Alentejano da Universidade de Évora.
O Reitor contacta então com o ensaiador do grupo de
cantares de Évora, Sr. Soares, que logo se disponibiliza
a aceitar o desafio lançado. O primeiro ensaio é
em Outubro e conta com cerca de trinta elementos entre docentes,
funcionários e alunos.
A
primeira actuação é na festa de Natal
de 1994 e é um êxito. A partir de então
o grupo tem actuado em diversas festas da Universidade e da
cidade de Évora.
Em 1995, organiza a tarde de abertura da Queima das Fitas
com um desfile pelas ruas da cidade com Corais Alentejanos
e é convidado para participar na noite da capa e da
Batina na Queima das Fitas, no Dia da Espiga na Herdade da
Mitra, no dia 1 de Novembro 8dia solene da Universidade de
Évora e dia da passagem de testemunho do Curso de Engenharia
Zootécnica.
Em
1996, participa na Festa de Beneficência para o "Cantinho
dos animais";
- Tarde de animação do lar de terceira idade
Dr. Barahona;
- Noite da Capa da Batina da Queima das Fitas;
- Tarde de Corais Alentejanos;
- Festa de São João da cidade de Évora;
- Encontro de antigos combatentes do Regimento de Évora;
- Encontro de antigos alunos da escola de Regentes Agrícolas,
curso de 1970-71;
- No dia 1 de Novembro no VI Congresso de Zootécnia.
Em 1997, o Coral Alentejano da Universidade de Évora,
alarga os seus horizontes e torna realidade as suas actuações
fora da cidade de Évora, para além do Alentejo,
actuando no IV salão de Orientação Escolar
e Profissional em Coimbra. Participa na Convenção
da APPORT (Associação dos Psicólogos
Portugueses), no Palácio da Inquisição
da Universidade de Évora.
Neste mesmo ano o CAUÉ, foi apadrinhado pelo grupo
cantares de Évora e pelo grupo de Figueira de Cavaleiros,
tendo sido a cerimónia realizada no Auditório
da Universidade de Évora com a presença de vários
grupos corais.
Desde
então o CAUÉ não dava mãos a medir,
com os convites que chegavam por carta, por telefone e pessoalmente
às mãos do Dr. José Bravo Nico, Presidente
da Direcção desde a sua fundação.
Os
anos passam e em 1998 o Coral Alentejano da Universidade de
Évora, recebe a entrada de novos coralistas, na sua
maioria alunos do primeiro e segundo ano, conferindo cada
vez mais estabilidade à composição do
CAUÉ, perspectivando-lhe um futuro com alguma tranquilidade.
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Actua na FIAPE, em Estremoz a 29 de Abril de 1998;
- No dia da espiga, na Universidade de Évora, em 21
de Maio de 1998;
- Na noite da capa e da batina da U.É em 24 de Maio
de 1998;
- Passagem de Testemunho de Zootecnia na Sé de Évora,
no dia 1 de Novembro de 1998;
- Lar de acolhimento Dr. Barahona a 9 de Dezembro de 1998;
Em
Dezembro de 1998 o Coral Alentejano cria uma Folha Informativa
do CAUÉ, designando-se por CANTUÉ, saindo o
nº1 em Dezembro desse mesmo ano. Aqui o CAUÉ,
não só divulgava e informava a situação
actual do CAUÉ, como incentivava as antigas memórias,
e as novas memórias a brilharem nesta associação.
Mais
tarde e já no ano 2002 o Coral Alentejano da Universidade
de Évora, aparece renascido com uma nova alma, com
um novo espírito, com a colaboração dos
alunos e professores da Licenciatura em Ensino Básico
- 1º Ciclo. Surgem novas iniciativas, novas vontades,
onde novos sonhos e novos Projectos dão asas à
imaginação, tornando-os realidade.
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